
A gente corre, trabalha, estuda, malha, curti, viaja; mas o bom mesmo é ficar tranqüilo vendo a vida passar um pouco.
Não é que fazer tudo isso não seja interessante, mais existem horas na vida que o mais interessante mesmo é ser platéia, depois a gente volta aos palcos à luz sempre se acende e nunca faltarão espetáculos.
Já parou pra imaginar...[?]
Como é gostoso acordar ouvindo uma canção preferida numa segunda-feira?
Raspar a panela de macarronada no final do domingo?
Abraçar seu irmão no final de um fim de semana em família?
Falar com um amigo que não vê há tempos?
Esquecer pequenos problemas ou ofensas de pessoas que passaram por nossas vidas?
Dançar na balada a madrugada inteira com amigos felizes?
Sentir o vento no rosto na janela do carro durante uma viagem?
E por aí vai...
Toda forma de globalização nos limita.
Somos pontos digitais em “3 D” interligados nessa louca megabyte que é a vida.
Não deixemos que nos avassale de tal forma.
Tem horas que dá uma vontade danada de juntar tudo numa coisa só, mais quando tal vontade bater, vá ver o mar e fique imaginando o quanto de tinta foi necessária pra pintar tão reluzente o horizonte e viaje na ofuscante imagem do céu.
Sem se submeter.
Texto: Nilo Vieira Foto: Net
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